Fusos Horários do Brasil

Fusos Horários do Brasil

Fusos Horários do Brasil
O território brasileiro está localizado a oeste do meridiano de Greenwich (longitude 0º) e, em virtude de sua grande extensão longitudinal, compreende quatro fusos horários, variando de duas a cinco horas a menos que a hora do meridiano de Greenwich (GMT). O primeiro fuso (30º O) tem duas horas a menos que a GMT. O segundo fuso (45º O), o horário oficial de Brasília, é três horas atrasado em relação à GMT. O terceiro fuso (60º O) tem quatro horas a menos que a GMT. O quarto e último possui cinco horas a menos em relação à GMT.

Horário de verão

Prática adotada em vários países do mundo para economizar energia elétrica. Consiste em adiantar os relógios em uma hora durante o verão nos lugares onde, nessa época do ano, a duração do dia é significativamente maior que a da noite. Com isso, o momento de pico de consumo de energia elétrica é retardado em uma hora. Usado várias vezes no Brasil no decorrer do século XX (1931, 1932, 1949 a 1952, 1963 e 1965 a 1967), o horário de verão é retomado a partir de 1985. Em 2004 tem início em 02 de novembro, com duração prevista até 20 de fevereiro de 2005. Atinge 10 estados e o Distrito Federal: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Nos demais estados, tanto no inverno quanto no verão, não há diferença significativa na duração do dia e da noite. A economia resultante da adoção do horário de verão equivale, em média, a 1% do consumo nacional de energia. O principal objetivo da medida é desconcentrar o horário de pico de energia elétrica (17h às 22h), que resulta em economia de energia.

Fonte: www.klimanaturali.org

Mapas do Brasil e dos Estados Brasileiros (IBGE)

Mapas do Brasil e dos Estados Brasileiros (IBGE)

Mapa Político do Brasil
Mapa Demográfico do Brasil
Brasil - Acre
Brasil
Acre - AC
Amazonas - AM
Bahía - BA
Espírito Santo - ES
Goiás (GO) e Distrito Federal (DF)
Mato Grosso - MT
Mato Grosso do Sul - MS
Minas Gerais - MG
Pará - PA
Paraná - PR
Paraíba - PB
Rio de Janeiro - RJ
Rio Grande do Norte - RN
Rio Grande do Sul - RS
Rondônia - RO
Santa Catarina - SC
São Paulo - SP
Sergipe (SE) e Alagoas (AL)
Amapá - AP
Ceará - CE
Maranhão - MA
Piauí - PI
Roraima - RR
Tocantins - TO
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Sertão Brasileiro | Economia e Cultura do Sertão do Nordeste Brasileiro

Sertão Brasileiro | Economia e Cultura do Sertão do Nordeste Brasileiro

Sertão Brasileiro | Economia e Cultura do Sertão do Nordeste Brasileiro
No interior do país, nas vastas áreas do sertão, fatores históricos, sociais e econômicos, aliados às características de clima e vegetação, determinam fortes contrastes na paisagem nordestina e no nível de vida da população. Entre os aspectos de natureza físico-geográfica típicos da região, o fenômeno das secas constitui verdadeiro flagelo, responsável pelo permanente êxodo dos sertanejos.

Sertão é uma região geográfica caracterizada pela presença de clima semiárido, vegetação de caatinga, irregularidade de chuvas, solos secos e rios intermitentes ou temporários. O sertão nordestino compreende as áreas mais secas e distantes do litoral leste do Brasil, situadas nos estados do Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia. Apenas no Ceará e no Rio Grande do Norte o sertão chega até o litoral. O chamado Polígono das Secas totaliza 936.933km2.

O sertão do Nordeste apresenta três formações típicas: (1) amplas superfícies aplainadas, drenadas ao norte pelos rios Aracaju, Jaguaribe, Apodi e Açu, e a leste pelo São Francisco, o único rio perene da região; (2) maciços cristalinos, cujos esporões mais ocidentais são os da Borborema e das serras de Maranguape e Baturité; e (3) chapadas sedimentares, como as de Ibiapaba, do Araripe e do Apodi. Apresenta clima semi-árido, com estação chuvosa no verão, mas há amplas áreas onde predomina o clima tropical chuvoso, com inverno seco. Em alguns trechos, a taxa pluviométrica anual é inferior a 500mm, sucedendo-se, às vezes, vários anos de estiagem. As prolongadas secas determinam a emigração da população pobre.

Sertão Brasileiro | Economia e Cultura do Sertão do Nordeste BrasileiroAs superfícies aplainadas são, em geral, cobertas por caatingas, formação vegetal onde predominam arbustos de folhas decíduas; são também abundantes as cactáceas e as bromeliáceas. Nos brejos onde há água durante todo o ano, localizados ora em trechos altos e expostos aos ventos úmidos de sudeste, como a serra Negra, em Pernambuco, ora ao sopé das baixadas sedimentares, como o vale do Cariri, no Ceará, dominavam densas formações florestais, hoje substituídas por culturas de mandioca, cana-de-açúcar e árvores frutíferas. Nas amplas várzeas de solos aluviais, situados nos baixos cursos dos rios que deságuam na costa, proliferam densos carnaubais. Nos espaços vazios existentes praticam-se lavouras de subsistência, enquanto nos tabuleiros cria-se gado bovino.

A densidade demográfica no sertão nordestino é baixa e varia de 5 a 25 habitantes por quilômetro quadrado. Grandes propriedades aí se localizam, quase todas dedicadas à pecuária extensiva e à agricultura.

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As 25 Maiores e mais Populosas Cidades da Região Sul do Brasil

As 25 Maiores e mais Populosas Cidades da Região Sul do Brasil

1- Curitiba (PR): 1.900.000

2- Porto Alegre (RS): 1.500.000

3- Joinville (SC): 560.000

4- Londrina (PR): 560.000

5- Caxias do Sul (RS): 495.000

6- Florianópolis (SC): 470.000

7- Maringá (PR): 420.000

8- Pelotas (RS): 360.000

9- Canoas (RS): 355.000

10- Ponta Grossa (PR): 350.000

11- Blumenau (SC): 340.000

12- Cascavel (PR): 330.000

13- São José dos Pinhais (PR): 320.000

14- Santa Maria (RS): 290.000

15- Gravataí (RS): 280.000

16- Foz do Iguaçu (PR): 270.000

17- Viamão (RS): 265.000

18- Novo Hamburgo (RS): 360.000

19- Colombo (PR): 240.000

20- São Leopoldo (RS): 240.000

21- São José (SC): 235.000

22- Rio Grande (RS): 220.000

23- Criciúma (SC): 215.000

24- Chapecó (SC): 210.000

25- Itajaí (SC): 205.000

1- Curitiba (PR): 1.900.000
1- Curitiba (PR): 1.900.000
2- Porto Alegre (RS): 1.500.000
2- Porto Alegre (RS): 1.500.000
3- Joinville (SC): 560.000
3- Joinville (SC): 560.000
4- Londrina (PR): 560.000
4- Londrina (PR): 560.000
5- Caxias do Sul (RS): 495.000
5- Caxias do Sul (RS): 495.000
6- Florianópolis (SC): 470.000
6- Florianópolis (SC): 470.000
7- Maringá (PR): 420.000
7- Maringá (PR): 420.000
8- Pelotas (RS): 360.000
8- Pelotas (RS): 360.000
9- Canoas (RS): 355.000
9- Canoas (RS): 355.000
10- Ponta Grossa (PR): 350.000
10- Ponta Grossa (PR): 350.000
11- Blumenau (SC): 340.000
11- Blumenau (SC): 340.000
12- Cascavel (PR): 330.000
12- Cascavel (PR): 330.000
13- São José dos Pinhais (PR): 320.000
13- São José dos Pinhais (PR): 320.000
14- Santa Maria (RS): 290.000
14- Santa Maria (RS): 290.000
15- Gravataí (RS): 280.000
15- Gravataí (RS): 280.000
16- Foz do Iguaçu (PR): 270.000
16- Foz do Iguaçu (PR): 270.000
17- Viamão (RS): 265.000
17- Viamão (RS): 265.000
18- Novo Hamburgo (RS): 360.000
18- Novo Hamburgo (RS): 360.000
19- Colombo (PR): 240.000
19- Colombo (PR): 240.000
20- São Leopoldo (RS): 240.000
20- São Leopoldo (RS): 240.000
21- São José (SC): 235.000
21- São José (SC): 235.000
22- Rio Grande (RS): 220.000
22- Rio Grande (RS): 220.000
23- Criciúma (SC): 215.000
23- Criciúma (SC): 215.000
24- Chapecó (SC): 210.000
24- Chapecó (SC): 210.000
25- Itajaí (SC): 205.000
25- Itajaí (SC): 205.000
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