Amsterdã | Capital da Holanda

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 Amsterdam
Amsterdã (português brasileiro) (em neerlandês: Amsterdam) é a capital, e a maior cidade dos Países Baixos (Holanda), situada na província Holanda do Norte. Seu nome é derivado de uma represa (dam) no rio Amstel, o rio onde fica a cidade. A cidade é conhecida por seu porto histórico, seus museus de fama internacional, sua zona de meretrício (Red Light District, o "Bairro da Luz Vermelha"), seus coffeeshops liberais, e seus inúmeros canais que levaram Amsterdã a ser chamada a "Veneza do Norte".
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Nenhuma cidade exemplifica melhor que Amsterdam o êxito da burguesia protestante na formação do capitalismo moderno: centro das liberdades, dos negócios e do pensamento na Europa do século XVII, a cidade atual, com pouco mais de um milhão de habitantes, vive uma prosperidade sem ostentação, combinando uma intensa atividade comercial com uma vida cultural que é uma das mais fecundas da Europa.

História. Situada na costa norte dos Países Baixos, junto ao Ijsselmeer, hoje em processo de dessecação, no século XIII Amsterdam era um pequeno porto pesqueiro do domínio de Amstel. Nos séculos seguintes, foi ganhando importância comercial, graças à construção de molhes e canais e à concessão de franquias. Tornou-se membro da Liga Hanseática em 1358 e, a partir de 1367, da Confederação de Colônia. Rapidamente converteu-se num dos principais portos de acesso à Renânia. No início do século XVI, com população de aproximadamente trinta mil habitantes, começava a rivalizar com o grande centro comercial de Antuérpia.

Em 1578 a burguesia calvinista da cidade tornou-se independente do império espanhol, que não conseguiu dobrá-la apesar das guerras prolongadas. A ruína de Antuérpia e a perseguição religiosa nos domínios de Filipe II motivaram a instalação em Amsterdam de grande parte da burguesia comerciante daquela cidade. Em pouco tempo Amsterdam contava com uma poderosa frota marítima, capaz de criar um império colonial que rivalizava com o espanhol e o português, e se tornou o centro comercial e financeiro mais ativo da Europa, primazia que ostentou por mais de um século. Criaram-se na cidade a Companhia das Índias Orientais (1602), a das Índias Ocidentais (1621), o Banco de Amsterdam (1609), patrocinador de uma moeda forte que mereceu, como nenhuma outra em seu tempo, a confiança dos comerciantes europeus, e a Bolsa de Amsterdam, cujo edifício foi construído em 1561. A burguesia da cidade adotou uma forma de governo de grande tolerância ideológica, de modo que Amsterdam se converteu no principal centro editor do continente. Muitos membros de grupos religiosos perseguidos, como judeus sefarditas -- em Amsterdam nasceria o filósofo Baruch de Spinoza -- e huguenotes franceses, ali se refugiaram, contribuindo para criar um ambiente cosmopolita e inovador.


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Ao iniciar-se o século XVIII a cidade já tinha mais de 200.000 habitantes. Contudo, sua importância comercial foi sobrepujada por Londres, devido à revolução industrial inglesa e à expansão do império britânico, que em certos momentos se fez à custa do holandês. Ocupada pela França entre 1795 e 1813, a cidade, cuja economia dependia do comércio marítimo, foi gravemente afetada pelo bloqueio continental, imposto por Napoleão. Mesmo assim, foi declarada capital do reino da Holanda entre 1806 e 1810 e, em 1814, capital da Holanda setentrional, no reino dos Países Baixos. A partir de 1830, a secessão belga motivou a revitalização do porto de Antuérpia. Também a concorrência de Rotterdam, com um porto mais apropriado a barcos de grande tonelagem, contribuiu para a decadência de Amsterdam. A abertura de novos canais de navegação veio salvar o porto da cidade, que continua a ser um dos mais ativos da Europa.

Entre 1940 e 1945, durante a segunda guerra mundial, Amsterdam foi ocupada pelos alemães, e sua população, com numerosa comunidade judaica, sofreu duramente.

A cidade moderna. Capital constitucional dos Países Baixos -- embora o governo tenha sede em Haia --, Amsterdam é um grande centro comercial e industrial. Mantém a herança de suas antigas relações coloniais e nela estão instaladas muitas sociedades especializadas. Sede mundial da lapidação de diamantes desde o século XVII, entre suas indústrias destacam-se a eletrônica, a siderúrgica e a de construção naval, assim como as refinarias de petróleo. A cidade é servida por uma densa rede de ferrovias, estradas e autopistas que a comunicam com os países limítrofes e com o resto do país. O aeroporto de Schiphol é um dos mais movimentados do continente.

A fisionomia urbana de Amsterdam é muito característica, uma vez que foi construída sobre enorme quantidade de ilhas, separadas por grande número de canais. Estes se acham dispostos de forma concêntrica, rodeando a cidade velha nas sucessivas ampliações feitas em Amsterdam ao longo do tempo. O núcleo antigo é um conjunto arquitetônico coerente, de grande beleza, e nele ficam os principais monumentos e museus da cidade: o Palácio Real (século XVII), as Oude Kerk e Nieuwe Kerk (Igreja Velha e Igreja Nova, construídas respectivamente entre os séculos XIV e XVI e no século XV), a Casa-Museu de Rembrandt, o Rijksmuseum (Museu Estatal), o Museu Municipal, o Museu Van Gogh e muitos outros.

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